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		<title>Dia dos Mortos: o capítulo XIV de Entre Cabul e a Dança das Borboletas</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2020 12:00:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hoje, dia 02 de novembro, é Dia dos Mortos e, por acaso, também é o lançamento aqui do meu site. Fiquei pensando em como inaugurar esse espaço&#8230; quando lembrei que essa data dá o nome do 14º capítulo do meu livro, não pude deixar a oportunidade passar. Como a ideia do blog é falar sobre&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, dia 02 de novembro, é Dia dos Mortos e, por acaso, também é o lançamento aqui do meu site.</p>
<p>Fiquei pensando em como inaugurar esse espaço&#8230; quando lembrei que essa data dá o nome do 14º capítulo do meu livro, não pude deixar a oportunidade passar. Como a ideia do blog é falar sobre cultura, viagens, história, gastronomia&#8230; tenho o gancho perfeito!</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-317 aligncenter" src="https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/Karina-livro-300x225.png" alt="" width="300" height="225" srcset="https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/Karina-livro-300x225.png 300w, https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/Karina-livro-1024x768.png 1024w, https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/Karina-livro-768x576.png 768w, https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/Karina-livro.png 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Vamos lá: o Dia dos Mortos dá o enredo do encontro de Maria e João, protagonistas de <strong><em>Entre Cabul e a Dança das Borboletas</em></strong>, na Cidade do México. Era a primeira vez em muitos meses que os dois teriam três dias inteiros apenas para eles.</p>
<p style="text-align: right;"><em>“A Cidade do México era talvez a única cidade da América Latina onde eu moraria com prazer fora do Brasil. Eu adorava as cores vibrantes, a literatura, a arte e seus museus, a história impregnada de simbolismos que eu extrapolava para o resto da América Latina, a Casa Azul, o bairro de Coyoacán, os chillis picantes, a tequila cristalina e pungente. A Cidade do México era boemia e revolucionária, caótica e desorganizada, talvez como minha alma.”</em></p>
<p>O trecho acima é uma descrição pessoal de Maria em relação à cidade e toda a cultura que envolve a região. Também dei destaque durante a narrativa desse capítulo para pontos turísticos:</p>
<p style="text-align: right;"><em>“Os painéis de Diego Rivera no Palácio Nacional sempre me deixaram estupefata: a magnitude da obra, que conta a história do povo mexicano desde os primórdios dos astecas até o século XX, é de tirar o fôlego em precisão, riqueza de detalhes, beleza e simbologia.”</em></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-315 size-medium" src="https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/Palacio--300x146.jpg" alt="Palácio Nacional" width="300" height="146" srcset="https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/Palacio--300x146.jpg 300w, https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/Palacio--1024x499.jpg 1024w, https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/Palacio--768x374.jpg 768w, https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/Palacio--1536x749.jpg 1536w, https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/Palacio--2048x998.jpg 2048w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Ainda no Palácio Nacional, durante o passeio de Maria e João, falo sobre Meliche, uma figura emblemática, icônica e controversa da história do país. Numa das versões mais aceitas das lendas astecas, a Malinche foi dada a Hernán Cortéz como escrava e logo se tornou sua intérprete, conselheira e então amante. No imaginário mexicano a Malinche representava um mito nacional, símbolo de traição contra seu povo e sua raça, o amor e o ódio, a mãe da nação mestiça.</p>
<p>A <em>Praça da Constituiçã</em>o, a principal praça da Cidade do México conhecida informalmente como <em>“el Zócalo”</em>; as ruínas de <em>Tenochtitlán</em> e a Catedral são outros pontos culturais explorados nesse capítulo.</p>
<p>Já o <em>San Angel Inn</em>, um antigo mosteiro carmelita que foi transformado em um famoso restaurante, foi o cenário de um dos jantares de João e Maria durante o feriado de Finados. A iguaria típica do Día de los Muertos, <em>pan de muertos</em>, é outra referência da cultura mexicana que retratei na narrativa.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-312 size-medium" src="https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/San-Angel-Inn-300x183.jpg" alt="San Angel Inn" width="300" height="183" srcset="https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/San-Angel-Inn-300x183.jpg 300w, https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/San-Angel-Inn-1024x624.jpg 1024w, https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/San-Angel-Inn-768x468.jpg 768w, https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/San-Angel-Inn-1536x935.jpg 1536w, https://www.karinamanasseh.com/wp-content/uploads/2020/10/San-Angel-Inn.jpg 1790w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>“Pousei em Washington com a sensação de ter morrido e vivido mil vezes nesse Día de los Muertos, de ter vivido mil vidas ao lado do Joao.</em><br />
<em>E o Dia de Finados nunca mais seria o mesmo para mim.”</em></p>
<p>Se para Maria o Dia de Finados nunca mais foi o mesmo depois desse encontro com João na Cidade do México, o feriado também nunca mais foi o mesmo para mim depois de escrever <strong><em>Entre Cabul e a Dança das Borboletas</em></strong>. Espero que, para vocês, a leitura de Cabul traga memórias mais leves em relação a essa data que costuma ser dolorosa para tanta gente.</p>
<p>Foi um prazer e até o próximo post,<br />
<em>Karina Manasseh</em></p>
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